3ds Max - Luz volumetrica com Mental Ray
A beleza da luz volumétrica. Neste tutorial vou ensinar como criar este efeito com 3D Studio Max 2010 e o renderizador Mental Ray já integrado.
Publicada 2/08/2011 08:39:00 p.m. 0 comentários
Como se proteger da ACAPOR
Como se proteger da ACAPOR
Ps: se os senhores da acapor "evoluírem" irei fazer um post sobre pacotes encriptados.
Posted by Paulo
Publicada 1/06/2011 10:08:00 p.m. 0 comentários
3Ds Max - Criar um Texto 3D
Vou ensinar como criar um texto 3D para os iniciados neste software. È um processo bem simples e rápido.
Publicada 12/19/2010 12:39:00 a.m. 0 comentários
Como apagar de VEZ ficheiros usando o CCleaner
Incorrecto, todos os ficheiros que são apagados da reciclagem podem voltar a ser recuperados. Por um lado é bom, eliminamos algum ficheiro sem querer e vamos a reciclagem e não está lá. "Já me Fo**... talvez se disser que o cão comeu o meu trabalho de power point a stora irá acreditar?" Não, não irá acreditar, mas de certa forma se quisermos "apagar" mesmo o ficheiro do disco rigido de maneira a que não possa ser recuperado podemos utilizar o CCleaner.
Publicada 12/11/2010 03:04:00 a.m. 0 comentários
Categoria Dicas, Discos Rígidos, Software, Tutoriais
Modelos 3D no Photoshop usando Google Sketchup
Eu consegui fazer isto no Photoshop CS3 Extended, não tenho a certeza se versões anteriores suportam esta função.
Publicada 12/10/2010 10:49:00 p.m. 2 comentários
Conhecem o Adobe After Effects?
Conhecem o programa da Adobe, After Effects? Não? Pois deviam conhecer. È um programa de edição de vídeo, para os menos entendidos, um movie maker artilhado até á cabeça.
Podemos ver aqui alguns exemplos do programa a ser bem usado na manipulação de imagens reais, Aimbot, ou então criar vídeos a partir do proprio programa como esta Intro. Programa poderoso que á primeira vista poderá trocar os olhos a muita gente, "Eu não tenho paciência para isto..." ou até mesmo "OMG tanto botão!".
É verdade que no inicio pode custar um pouco a aprender a mecânica do programa, o que significa aquilo, para que serve isto... Mas com um pouco de auto confiança e força de vontade e uns tutoriais, numa semana estão viciados no programa de deixar a imaginação fluir pelas mãos até chegar ao rato e teclado. Irei mostrar uns vídeos que eu próprio fiz, também irei mostrei um site excelente onde poderão, para quem percebe inglês, adquirir plug-ins e tutoriais excelentes!
Publicada 12/05/2010 02:33:00 a.m. 0 comentários
Localizar telemoveis(LOCALIZE A CELL PHONE)
it's very simple
all that u need is:
- MSISDN (cell phone number)
- Create a free account on smsitaly
what you have to know
tha basic requirements are the knowledgments of cell phone communication...
A cell phone when is "on" send always some signal to his BTS (radio station)....the BTS is wired with a MSC, every city got a MSC. So we go to locate the MSC
|MSC| <-> |BTS| <-> |CELL|
CITY RADIO
STATION
SmsItaly got a limitaded free service for the msc lookup
so you go to smsitalya, register on it and click on MSC LOOKUP
fill all the fields required and you will be replied on your mail account with the number of the msc where the phone is located....I'm doing a database (in italy) if some one wonna help me...mail me....
Post all your comments
P.S. Sorry for my bad english
Tested for me!!
Testado por mim!!
Posted by Paulo
Publicada 5/27/2010 03:56:00 p.m. 0 comentários
Passwords facebook(facebook hack)Exploit
Publicada 5/09/2010 11:38:00 a.m. 0 comentários
Categoria Tutoriais
How To JailBreak iPad! Spirit is HERE! (3.1.3) Desbloquear ipad
Publicada 5/03/2010 08:37:00 p.m. 0 comentários
Como chegar a mais de 100, 000 visualizações no YouTube
Get TubeIncreaser e instalá-lo
PASSO 1
Para esta etapa, é preciso baixar uma ferramenta chamada YouTube Increaser 3,0. Bem, não é gratuito, mas vou mostrar-lhe como se livrar para sempre a versão. Você não precisa de cracks, keygens ou coisas assim.
Você fazer o download da página oficial, para seus 100% limpo e livre de vírus!
http://www.tubeincreaser.com/TubeIncreaserSetup.msi
Faça o download (acima) e instalá-lo!
Como ignorar limite
Agora, quando você instalá-lo e executá-lo você pode usá-lo 30 vezes. Bem, agora vou mostrar-lhe como ultrapassar esse limite e começar a versão grátis do mesmo. Vamos começar.
Siga esses passos:
Clique em Iniciar> clique em Executar ...> digite Regedit e clique em OK.
Agora, vamos ter de editar pasta de registo do nosso Tube Increaser 3,0.
HKEY_CURRENT_USER> Software> TurboTube> escolha TubeIncreaser> e apagar turbo
Configuração de proxy e começar a aumentar
Agora precisamos de procuração, porque se usarmos nosso próprio IP teremos apenas cerca de 5 exibições por dia, porque YouTube tem algum limite.
Clique aqui e proxy lista Postada por Kmaus, salve-o no notepad e nomeie-Proxy.txt.
http://www.forum-hacker.com.br/forum...um-Hacker-(475)
http://www.forum-hacker.com.br/forum...m-Hacker-(2706)
Quando você salvá-lo no ambiente de trabalho, vá para TubeIncreaser 3,0 e lista clique em Load e escolha da lista. Em YouTube barra de URL, escreva o seu URL do vídeo / link, do caixa Hits escrever números de pontos de vista e clique no botão Iniciar.
Bem, isso foi tudo muito fácil e simples.
Posted by Paulo
Publicada 5/02/2010 04:34:00 p.m. 0 comentários
Categoria Tutoriais
Como Criar Cracks
Utilitários :
- Win32Dasm - Diassembler ( isto é, transforma os programas em código
ASM )
- Hackers View ( mais conhecido por HIEW )
Pegue estes programas aqui:
http://skyscraper.fortunecity.com/valve/256/ckdownload.htm
Alvo :
- Cracking Challange v 1.0 - Teste "Very Very Easy" ( conjunto de utilidades para creckar )
Download aqui:
- http://skyscraper.fortunecity.com/valve/256/ckclg.zip ( 168 kb )
OBS : Este aplicativo cracking Challanger foi feito especialmente para testar o cracker ele
tem vários módulos o que vou explicar é o "very very easy" , mas pra fixar bem vcs devem
fazer todos , como eu tambem fiz!!
INICIANDO O CRACKER:
Suponhamos que já tens tudo o que é preciso para começar. Em 1º lugar deves pôr o
programa CRACK.EXE no diretorio do HIEW e já vais saber porquê.
Um bom cracker deve conhecer sempre muito bem o funcionamento do seu alvo, e por isso,
vamos abrir o CRACK.EXE. Carregas na parte onde diz "Very Very Easy". O que vês ? Uma caixa
de texto para por a password e um botão. Tenta escrever uma password qualquer e pressiona
o botão. É óbvio que falhaste. mas não precisas chorar. Reparaste na mensagem que apareceu
na caixa de diálogo: "Sorry not the right one - try again" (ou parecido) ? Guarde esta
mensagem . Feche o programa e agora abre o WIN32DASM. Fazes um "Open file to diassemble"
ao programa CRACK.EXE e espera. Só aparecem coisas esquesitas no programa não é ? Eu
sabia... No menu "Diassembler", vai em "Font... | Select Font" e escolhes uma normal ( Arial
por exemplo). Agora está melhor não está ? Suponhamos que não sabes nada de ASM, então o
que vês no programa não te diz nada, mas não desesperes porque isso não te interessa. Va no
menu "Refs" e em "String data References". Já apertaste ? Então agora procura aquele texto
da tal caixa de diálogo que apareceu quando tú erraste "Sorry not the right one - try again"
procuras na letra "S". Aperte duas vezes nele e fecha a caixa de diálogo. É suposto veres isto :
...
Publicada 5/02/2010 04:31:00 p.m. 1 comentários
Categoria Tutoriais
Como Hackear uma Escola
Traduzido no Google
I. Introdução:
IRC, e alguns precisam de ajuda, por que razão não lhes dá
alguns pequenos truques, em vez dos métodos geralmente como ganhar
acesso ao CMD.
II. Necessário ferramentas:
1> Qualquer distro linux vivo
Knoppix: http://www.knopper.net/knoppix-mirrors/index-en.html
Ubuntu: http://www.ubuntu.com/getubuntu/download
2> LM Extrator + Cracker
Caim: http://www.oxid.it/cain.html
Pwdump2: http://www.openwall.com/passwords/dl/pwdump/pwdump2.zip
3> Dados Transportation
iPod: Sim, um iPod
USB Pen: flash drive, memory stick, etc ..
Disquete: Você precisará de 2, devido ao tamanho do arquivo
III. Método:
1> Ok primeiro você tem que ser inteligente (eu sei que isto pode ser diffuclt para
mais de você.) tentar trazer o seu iPod ou flash drive para a aula diária
pelo menos uma semana ebfore que você realmente esta tentativa, e nada parece
fora do comum. Metade dos "rev-eng '. é afterall aparência.
2> Ok, então aqui é o último dia da semana, e nós precisamos de merda
admin-lo na escola comps podemos instalar STEAM e jogar como o CS
homo gamers. Quando você não está olhando professor escolheu um computador
quando o ecrã não é cara F.O.V. (campo de visão.) Uma vez
você vai chegar ao que, imediatamente a janela pop cd na unidade, e mantenha o
botão para baixo para 10 segundo para fazer uma força-desligamento também conhecido
como um "desligamento assustador."
3> Quando o live cd inicia sessão para linux e suba um terminal.
4> Uma vez no terminal, plugin o seu iPod ou USB drive (disquetes, se
de usá-los virá mais tarde.)
Publicada 5/02/2010 04:19:00 p.m. 0 comentários
Como partilhar ligação a internet
Neste tutorial iremos aprender como partilhar internet com outros computadores ou até consolas por cabo de rede.
Iremos começar como partilhar por cabo de rede...
Publicada 11/04/2009 07:45:00 p.m. 0 comentários
3ffe:6a88:85a3:08d3:1319:8a2e:0370:7344 – sabe o que isto?
O endereço apresentado no título não é nada mais que um exemplo de um endereço IPv6.
Este artigo tem como objectivo fazer apenas uma breve introdução ao IPv6 uma vez que há muito a dizer sobre o mesmo mas que aproveitaremos para outros artigos. Já imaginaram a vossa torradeira com IP, assim como o vosso frigorífico ou mesmo o forno estarem acessíveis a partir de qualquer parte da Internet?
O futuro parece-me que vai ser assim. O IPv6 é a nova versão do IP, e foi desenvolvido para suceder à actual versão (o IPv4).
O que motivou o desenvolvimento desta nova versão foi a aproximação da exaustão do espaço de endereçamento e a necessidade de resolver algumas das limitações do IPv4, nomeadamente no que toca à segurança e mobilidade e simplificar algumas das funcionalidades do protocolo IPv4.
Poder ter a percepção real da situação actual do IPv4 aqui
Esta escassez de endereços, embora manifestando-se globalmente, é particularmente grave em zonas do globo onde a Internet não tem tido grande evolução e para as quais foram reservadas pequenas faixas de endereçamento. Na Europa, embora a situação não seja dramática, o problema existe e a Comunidade Europeia está a apostar na evolução para o IPv6 tendo sido criada uma Task Force para o efeito.
Espaço de endereçamento IPv6
A maior vantagem apresentada pelo IPv6 em relação ao seu antecessor IPv4, é o facto do endereçamento ser feito por meio de 128 bits, em oposição aos 32 bits oferecidos pelo IPv4. Isto resolve o grande problema de falta de endereços disponíveis pois, com 128 bits é possível endereçar um total de :
2^128 = 340,282,366,920,938,463,374,607,431,768,211,456 hosts. Isto significa que podemos não nos preocupar (talvez) com a questão de falta de endereços nos próximos (muitos) anos. Ora a leitura daquele número enorme em inglês será algo do tipo:
340 undecillion, 282 decillion, 366 nonillion, 920 octillion, 938 septillion, 463 sextillion, 463 quintillion, 374 quadrillion, 607 trillion, 431 billion, 768 million, 211 thousand and 456 , uffa que isto custa
Para ajudar a colocar esse número em perspectiva, um espaço de endereço de 128 bits oferece 655.570.793.348.866.943.898.599 (6,5 x 10^23) endereços por metro quadrado de superfície terrestre.
É importante observar que a decisão de criar o endereço IPv6 com capacidade para 128 bits não foi para que cada metro quadro da superfície terrestre tivesse 6,5 x 10^23 endereços. Por serem muito mais longos que os endereços IPv4, os endereços IPv6 são representados através de caracteres em hexa. No total temos 32 caracteres, organizados em oito quartetos e separados separados por dois pontos.
Principais objectivos
- Suporte a biliões de hosts
- Redução da tabela de encaminhamento
- Protocolo passível de expansão, através do uso de cabeçalhos de extensão
- Simplificação do cabeçalho do protocolo, diminuindo o tempo de processamento na análise dos cabeçalhos, por parte de routers e hosts
- Oferta de mais segurança (autenticação e privacidade)
- Criação de um campo que suporte mecanismos de qualidade de serviço, gerando maior sensibilidade ao tipo de serviço, como, por exemplo, serviços em tempo real
- Permissão para máquinas wireless mudarem fisicamente de lugar sem mudança do seu endereço ip
- Autoconfiguração (endereço IP, servidor de nomes (DNS)) por parte do utilizador
- Coexistência das duas versões do protocolo por um bom tempo (Dual Stack).
O novo protocolo da Internet (IPv6), não pode ser visto como tábua de salvação para todos os problemas de redes mas é um óptimo princípio… Oferece alguns benefícios significantes em alguns aspectos, como seja a mobilidade e auto-configuração, e retira opções que se tornaram obsoletas ao longo dos tempos por parte do IPv4. As novas capacidades previstas para este novo protocolo vão propulsionar a criação de novas aplicações com capacidades que até hoje eram impensáveis, devido às limitações da versão da versão do protocolo existente.
Diferenças entre o IPv4 e IPv6
A tabela seguinte sintetiza as principais diferenças entre o protocolo IPv4 e o novo sucessor.
Esperamos brevemente apresentar aqui mais artigos sobre o endereçamento IPv6.
Deixo no entanto o desafio para que coloquem dúvidas sobre este tema, assim poderemos explicar e abrir mais o leque de informação.
by Pedro pinto para pplware
Publicada 10/21/2009 06:31:00 p.m. 0 comentários
[Tutorial]tecnicas crackers para tomarem rede(Servidor)
Quem é vulnerável?
Redes de computadores são usadas todos os dias por corporações e várias outras organizações. As redes de computadores permitem que os usuários troquem uma vasta quantidade de informações ou dados muito eficientemente.
Usualmente redes corporativas não são desenvolvidas e implementadas com uma certa segurança em mente, mas sim para terem uma funcionalidade e eficiência máximas, embora isto seja bom do ponto de vista empresarial, os problemas de segurança certamente aparecerão depois, e as empresas gastarão muito dinheiro para resolvê-los, na direta proporção do tamanho de suas redes.
Muitas redes corporativas e privadas funcionam baseadas no princípio Cliente-Servidor, onde os usuários utilizam workstations para conectarem-se as servidores e compartilharem as informações. Este documento irá concentrar-se na segurança do servidor, que é o alvo primordial dos crackers pois se ele consegue acesso a este computador, que geralmente é o mais bem protegido da rede, é muito fácil conseguir acesso as restante da rede.
leia mais!...
Os elementos vulneráveis de um ataque em grande escala, normalmente incluem:
- Instituições financeiras e bancos; - ISPs (provedores de internet); - Companhias farmacêuticas; - Governo e agências de defesa; - Empresas multinacionais.
Embora muitos desses ataques são feitos pelos próprios funcionários da empresa, que já tem senhas de acesso a determinados setores, nos concentraremos nas técnicas utilizadas pelos invasores de fora da rede.
Instituições financeiras e bancos são testados e atacados justamente para cometer fraudes, como desvio de dinheiro, transferências, etc. Muitos Bancos já foram atacados desta forma, colocando em risco seus fundos monetários. A política adotada pela maior parte dos bancos é a de não revelar que sofreram um ataque, pois certamente perderiam clientes e a confiança se o ataque for levado ao conhecimento público.
Provedores Internet são sem dúvida o alvo mais comum dos crackers, pois são facilmente acessados através própria Internet e muitas vezes eles têm acesso a conexões de fibra óptica velozes que podem ser utilizadas para transferir grandes quantidades de dados pela rede. Os grandes provedores possuem uma base de dados dos clientes, que usualmente contém números de cartões de crédito, e outras informações confidenciais como nomes e endereços. Estas informações podem ser de muita valia para o cracker.
Companhias farmacêuticas são vítimas das principais tentativas de espionagem industrial, onde os crackers serão muito bem pagos em troca de dados confidenciais dessas companhias. Como todos sabem, tais companhias gastam milhões em pesquisa e desenvolvimento de novas drogas e tudo isso pode ser perdido se ocorrerem roubo de dados.
Nos últimos 6 anos as agências do governo e de defesa dos Estados Unidos foram vítimas de milhares de ataques originários da Internet. Devido ao baixo orçamento destinado a segurança da informação e às fracas políticas de segurança de tais agências, a segurança da informação tem sido um campo de batalha e os servidores do governo e servidores militares têm sido constantemente testados e atacados pelos crackers.
Empresas Multinacionais são os principais exemplos de tentativas de espionagem industrial. Multinacionais possuem escritórios e filiais espalhadas pelo mundo todo, e geralmente são instaladas grandes redes para que a comunicação e troca de dados entre estes escritórios ou filiais seja possível. A NSS têm feito testes de invasão em muitas destas corporações e nós concluímos que muitas delas (e não são poucas) estão com sua segurança comprometida.
Assim como as companhias farmacêuticas, as multinacionais que estão operando com o ramo de eletrônica, software ou relacionado com computadores também gastam milhões na pesquisa e desenvolvimento de seus produtos, e é muito tentador para um competidor contratar uma equipe de crackers para roubar dados da corporação-alvo. E tais dados podem ser usados para dar um grande "empurrão" em tal corporação, fazendo com que esta absorva a tecnologia e conhecimento da outra empresa, resultando em enormes perdas para a corporação-alvo, já que a empresa que contratou os crackers não precisará gastar para desenvolver sua própria tecnologia.
Uma outra forma de ataque adotado pelos competidores "infiéis" das outras corporações e derrubar a rede corporativa por certo período de tempo, E isso pode causar a perda de um bom dinheiro, dependendo do tipo da empresa-alvo. Em muitos casos é extremamente difícil localizar a fonte de tal ataque. Dependendo da segmentação interna da rede, este tipo de ataque pode ser altamente eficiente e resultar, como já foi dito antes, em uma perda massiva de dinheiro. Este "Joguinho sujo" é comum hoje em dia, e precisa ser considerado seriamente.
Perfil de Cracker de sistemas típico
Os estudos têm mostrado que um cracker de sistemas típico é usualmente do sexo masculino, com idade entre 16 e 25 anos. Os crackers geralmente estão interessados em entrar nas redes para aumentar suas habilidades ou utilizar os recursos da rede para seu próprio propósito. Muitos crackers são bastante persistentes em seus ataques, isto é devido a quantidade de tempo livre que ele possuem (alguns trabalham no setor e os mais jovens não trabalham, sobrando muito tempo livre para a execução dos ataques).
Uma alta porcentagem de crackers são oportunistas, e rodam scanners para checar um número massivo de hosts ou redes a procura de vulnerabilidades no sistema remoto. Identificando os hosts ou redes vulneráveis, o cracker poderá obter acesso root ao sistema, logo ele poderá instalar backdoors e alguns chegam até a instalar patches no host, para evitar que outros cracker invadam esta mesma máquina usando as mesmas técnicas.
Os oportunistas operam primariamente dois domínios: o primeiro sendo da Internet e o segundo sendo de redes telefônicas.
Para escanear hosts internet a procura de vulnerabilidades remotas comuns, o cracker irá preferencialmente lançar o seu ataque a provedores que tenham conexão de fibra ótica ou a backbones rápidos.
Para escanear máquinas ligadas à redes telefônicas, como Terminal Servers, BBSs ou sistemas de Correio de voz. O cracker usará um tipo de programa chamado de "Wardialing", que escaneará automaticamente um grande quantidade de números telefônicos por sinais de "carrier" (um sinal de carrier seria quase como aquele sinal que você ouve quando seu modem disca para seu provedor internet), que no caso identificam tais sistemas.
Uma porcentagem pequena de crackers definem antes os alvos e os tipos de tentativas para o ataque, tais indivíduos são mais qualificados e adotam técnicas de "cutting-edge" para atacar uma certa rede. Estes tipos de crackers geralmente atacam redes de grandes empresas, que possuem proteção de firewalls, explorando vulnerabilidades não publicadas ou não conhecidas e também explorando os recursos que essas redes possuem.
As redes e hosts que são alvos deste tipo de cracker possuem usualmente dados confidenciais, como dados de pesquisa e desenvolvimento de projetos ou quaisquer tipos de dados que sejam úteis a ele.
Alguns crackers também têm acesso a exploits e ferramentas utilizados por analistas de segurança de grandes companhias, e as utilizam para escanear máquinas definidas a procura de vulnerabilidades remotas. Este tipo de cracker é geralmente muito paciente, e perde muitos meses coletando dados antes de tentar acesso a estas redes e/ou computadores.
Metodologias de Networking adotadas por muitas companhias
Uma corporação típica uma certa presença na Internet pelos seguintes propósitos:
- A hospedagem de servidores corporativos; - E-mail e outras comunicações globais via Internet; - Fornecer aos funcionários o acesso a Internet.
A NSS têm executado testes de invasão para algumas empresas podemos ver que um ambiente de rede diferente é adotado, onde a rede corporativa e a internet são separadas por firewalls e proxies.
Em tais ambientes, o webserver corporativo e os mail-servers são às vezes deixados "do lado de fora" da rede da empresa e as informações são transmitidas por canais confiáveis para a rede interna.
No caso, estes canais confiáveis presentes em mailservers externos e hosts da rede interna da corporação, uma política bem pensada de "filtragem" deve ser posta em ação, como por exemplo configurar os mailservers para somente conectar à porta 25 de um único servidor seguro da rede corporativa, isto já irá diminuir massivamente a probabilidade de acessos não autorizados, quando um mailserver externo for comprometido.
Em uma das redes corporativas que a NSS executou testes de invasão, tinha um bocado de "dual-homed" hosts, estes hosts possuem as interfaces de rede ativas tanto na Internet como na rede interna da empresa. Do ponto de vista de segurança, tais hosts que operam em redes múltiplas podem ser uma séria ameaça à segurança da rede, pois estes hosts fazem simplesmente uma "ponte" entre as duas redes, portanto se você tem acesso a este host, tem acesso a rede da empresa (remotamente!).
Entendendo as vulnerabilidades destes sistemas de rede.
Na Internet, a corporação tem 5 webservers externos, 2 mailservers externos e um firewall ou algum sistema de filtragem implementado.
Os webservers, usualmente não são atacados por crackers que esperam ganhar acesso a rede corporativa, a menos que um firewall está configurado de alguma maneira que permita ao cracker acessar a rede da empresa através do webserver. Embora seja sempre bom Ter seus webservers seguros e rodar TCP wrapers para permitir que somente clientes confiáveis se conectem as portas de telnet e ftp.
Os mailservers são alvos de crackers que tentam acessar a rede interna, pois o mailserver é uma máquina que necessita ter acesso a rede corporativa para trocar e distribuir as mensagens entre a rede interna e a Internet. Novamente dependendo da "filtragem" da rede em questão, o ataque pode ou não ser efetivo para o lado do cracker.
Roteadores de filtro também são alvos comuns de crackers, com ataques agressivos de SNMP-Scanning e password crackers do tipo força-bruta. Se tal ataque for efetivo, o roteador pode facilmente tornar-se um bridge, dando então acesso não autorizado a rede.
Neste tipo de situação, o cracker avaliará exatamente quais hosts externos ele ele teve acesso, e então tentará identificar qual o nível de confiança entre estes hosts e a rede corporativa. Então, se você instalar TCP Wrappers em todos os seus hosts externos, Você define que somente as partes confiáveis poderão comunicar-se em portas críticas de seus hosts, que são usualmente:
Código:
ftp (21), ssh (22), telnet (23), smtp (25), named (53),
pop3 (110), imap (143), rsh (514), rlogin (513), lpd (515).
SMTP, named e portmapper precisam ser configurados de acordo, dependendo da sua função na rede. Tudo isso pode reduzir bastante o risco de ataque a uma rede corporativa.
Nos casos de redes com uma política de "corporação para Internet" não muito clara, certamente existirão multiple-homed hosts e roteadores com configuração imprópria. A falta de uma segmentação da rede interna também existirá, e isto tornará muito fácil a um cracker baseado na Internet, Ter acesso não autorizado a rede interna.
O mapeamento da rede corporativa pode facilmente ocorrer se os servidores de DNS externos estão configurados de maneira imprópria. A NSS tem feitos testes de penetração bem sucedidos, e foi possível mapear a rede corporativa através de servidores DNS impropriamente configurados, por isso, é muito importante que servidores DNS não existam entre os hosts da rede corporativa e os hosts da rede externa, está muito longe de ser seguro simplesmente utilizar endereços IP para conectar as máquinas da rede corporativa com a rede externa e vice-versa.
Hosts inseguros com interfaces de rede ativas em redes múltiplas podem ser forçadas para obter acesso e rede corporativa muito facilmente.
Os Hosts inseguros nem mesmo precisam estar comprometidos, é muito fácil abusar do finger daemon em um host que permita o forwarding... assim como usuários, hosts e outras informações da rede podem ser coletadas para identificar hosts "exploitáveis" na rede corporativa, o sistema operacional de um host pode ser determinado em muitos casos pelo uso de um pedido de finger para root@host, bin@host e daemon@host.
Alguns crackers estão adotando agora, técnicas relativas ao "wardialling" nos próprios locais das empresas como edifícios e centros de operações.
Se um cracker conseguisse encontrar e comprometer um terminal server, ele poderia ter um certo grau de acesso a rede corporativa, obviamente "passando direto" por firewalls e filtros que separam a rede corporativa da Internet. Portanto, é muito importante identificar e certificar a segurança de seus terminal servers. Logar as conexões para os servidores é também extremamente recomendado.
Quando tentamos entender as vulnerabilidades dos sistemas de rede, um ponto chave para lembrar-mos é a "confiança" entre os hosts de sua rede e o uso de TCP wrappers, arquivos hosts.equiv, arquivos .rhosts ou .shosts. Muitas das grandes redes são usualmente atacadas justamante explorando a confiança entre os hosts.
Por exemplo, se um agressor usa um exploit CGI para visualizar o seu arquivo hosts.allow, ele pode encontrar todas as suas portas para conexões telnet e ftp para *.euconfio.com. É claro, o agressor pode então Ter acesso a qualquer host no sub-domínio euconfio.com, e obter acesso a eles facilmente.
Por estas razões, é sempre uma boa idéia certificar-se que os seus hosts confiáveis estão seguros contra um ataque remoto.
Um outro ataque que deve ser mencionado é a instalação de trojans e backdoors nos hosts corporativos (como máquinas Windows 95/98), se os funcionários tem acesso a Internet utilizando um proxy de aplicação e um firewall, as vezes eles podem visitar sites Warez para fazer o download de softwares piratas.
Tais sites Warez, muitas vezes tem um programa de screensaver e outros utilitários a oferecer, que em alguns casos podem conter trojans como o Back Orifice. Com a instalação do screensaver, o trojan infecta o registro da máquina e é carregado toda a vez que a máquina inicia.
No caso do Back Orifice, podem ser adicionados alguns plugins para fazer a máquina executar certas operações automaticamente, como por exemplo, conectar-se a servidores de IRC e entrar em determinados canais e coisas assim. Não parece mas isto pode ser muito perigoso e mostra que uma máquina da sua rede pode ser controlada remotamente por alguém na Internet facilmente.
O trojan BO é infinitamente mais efetivo se o cracker já tem acesso a rede corporativa, ou se o cracker em questão é um empregado da empresa que tem um acesso não autorizado aos hosts da corporação. O Trojan BO poderia ser instalado em cada máquina Windows 95/98 em poucas semanas se o cracker utilizar a estratégia correta, após ele ter o controle remoto total das máquinas em questão, ele pode manipular arquivos, reiniciar máquinas, formatar drives, etc, remotamente.
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Técnicas para ocultar a localização dos agressores
Crackers típicos usualmente usarão as seguintes técnicas para esconder seu endereço IP real:
- Conectar-se através de hosts comprometidos via. telnet ou rsh. - Conectar-se através de hosts windows via Wingates. - Conectar-se através de hosts utilizando proxies configurados impropriamente.
Se você desconfia que um cracker mantém sempre a rotina de escanear os seus hosts de máquinas já comprometidas, wingates ou proxies, é aconselhável contatar o administrador da máquina por telefone e notificá-lo dos problemas. Nunca mande um E-mail ao administrador se o seu caso for este, pois o cracker pode interceptar a mensagem antes que ela chegue ao seu destino.
Os crackers mais talentosos que estão aptos a invadir hosts através de telefone, podem usar as seguintes técnicas:
- Conectar-se através de números do tipo "0800" de centrais telefônicas privadas antes de se conectar a um Provedor Internet utilizando contas crackeadas ou roubadas;
- Conectar-se a um host por telefone, e conseqüentemente, à Internet.
Os crackers que adotam estas técnicas especiais de conexão (Bouncing) através de redes telefônicas são extremamente difíceis de rastrear, porque eles podem estar, literalmente em qualquer lugar do mundo, Se uma cracker pode fazer um dialup para um número 0800, ele pode conectar-se a máquinas em qualquer lugar do globo sem se preocupar com custos.
Network probing e coleta de informações
Antes de iniciar um ataque a uma rede corporativa através da internet, o cracker típico executará alguns testes preliminares nos hosts externos da rede que estão ligados de alguma forma à Internet. Ele tentará obter os nomes de hosts externos e internos, usando as seguintes técnicas:
- Usando nslookup para executar comandos tipo "ls ". - Visualizar o código HTML nos seus webservers para tentar identificar outros hosts. - Visualizar documentos armazenados em seus servidores de FTP. - Conectar-se aos seus mail servers e executar comandos tipo "expn ". - Dar um Finger e identificar os usuários em hosts externos.
Crackers normalmente tentam obter informações sobre o "layout" da sua rede em primeiro lugar, ao invés de tentar identificar as vulnerabilidades específicas.
Observando então os resultados dos "pedidos" acima mencionados, é geralmente fácil para o cracker construir uma lista de hosts e entender as relações existentes entre eles.
Quando executar estes testes preliminares, o cracker pode cometer, sem saber, alguns pequenos erros, como as vezes utilizar seu próprio IP para conectar-se a portas de suas máquinas para checar as versões do sistema o outros pequenos detalhes. Então, se você acha que talvez seus hosts estejam de alguma forma comprometidos, seria uma boa idéia checar os logs de FTP e HTTPD e verificar qualquer registro anormal.
Identificando componentes de rede confiáveis
Os crackers procuram por componentes de rede confiáveis para atacar, pois um componente da rede considerado "confiável" e usualmente uma máquina dos administradores ou um servidor qualquer que seja considerado seguro.
O cracker iniciará conferindo o fluxo de dados NFS para qualquer das máquinas que estejam executando nfsd ou mountd, o caso é que aqueles diretórios críticos em alguns hosts (como /usr/bin/, /etc, e /home por exemplo) podem ser somente acessados (e montados por um host confiável.
O finger daemon é freqüentemente abusado para identificar hosts e usuários confiáveis que se logam com freqüência em hosts específicos.
O cracker irá então verificar suas máquinas por outras formas de "confiabilidade". Por exemplo, ele pode "exploitar" uma máquina utilizando alguma vulnerabilidade no CGI e então Ter acesso ao arquivo /etc/hosts.allow.
Após analisar os dados decorrentes das checagens mencionadas acima, o cracker poderá iniciar a identificação das partes confiáveis da sua rede entre os hosts. O próximo passo seria então identificar quaisquer hosts confiáveis que possam ser suscetíveis a algum tipo de vulnerabilidade remota.
Identificando componentes de rede vulneráveis
Se o cracker elaborar listas de hosts externos e internos da sua rede, ele usará programas para Linux tais como ADMhack, mscan, nmap e alguns scanners simples para procurar por vulnerabilidades específicas nestes hosts.
Usualmente tais "escaneadas" em seus hosts externos terão origem de máquinas com conexões rápidas (geralmente conexões de fibras óticas), o ADMhack por exemplo, requer ser executado por um usuário root em uma máquina Linux, então logicamente o cracker utilizará uma máquina Linux com uma conexão rápida, da qual ele tenha conseguido algum acesso ilegal e tenha instalado um rootkit ou algo semelhante nela. Esse rootkit é usado para instalar backdoors em binários críticos do sistema, para tornar o acesso do cracker neste host indetectável.
Os administradores destes hosts que são usados para escanear hosts corporativos externos usualmente não fazem idéia que esta tarefa esteja sendo executada por suas máquinas, pois binários como "ps" e o "netstat" possuem trojans para ocultar os processos de scanning. Qual o administrador que inicialmente desconfiará que existe um trojan no comando ps?. Essa é a essência da coisa.
Outros programas tais como mscan e nmap não requerem ser executados como root, e podem ser lançados de máquinas Linux (ou outras plataformas, no caso do nmap), para identificar efetivamente vulnerabilidades remotas, todavia estes scanners são lentos e geralmente não podem ser ocultados muito bem (já que o agressor não necessita ter acesso root, que é o caso do ADMhack)
Tanto o ADMhack como mscan executam os seguintes tipos de teste em hosts remotos:
- Um TCP portscan neste host. - Dump do serviço RPC rodando através do portmapper. - Uma listagem dos dados exportados via nfsd. - Listagem dos compartilhamentos (shares) via samba ou netbios. - Pedidos de Finger múltiplos para identificar "contas default". - Escaneamento de Vulnerabilidades de CGI. - Identificação de versões vulneráveis de server daemons incluindo Sendmail, IMAP, POP3, RPC status e RPC mountd.
Programas como o SATAN raramente são usados pelos crackers atuais (ou melhor informados) pois estes tipos de scanners são lentos e procuram por vulnerabilidades já obsoletas.
Após executar o ADMhack ou mscan nos hosts externos, o cracker terá uma boa idéia dos hosts vulneráveis e dos hosts seguros.
Se existirem roteadores e estes possuírem capacidades para SNMP, então os crackers mais avançados adotarão técnicas do tipo "agressive-SNMP scanning" e também tentarão ataques "brute force".
Tomando vantagem dos componentes de rede vulneráveis
Se o cracker identificou qualquer host externo confiável então ele também identificou algumas vulnerabilidades deste host. Se algum componente vulnerável de sua rede foi identificado, então ele tentará comprometer seus hosts.
Um cracker paciente não invadirá seus hosts em hoas normais de expediente, ele usualmente lançará seu ataque entre 21:00 às 6:00 horas da manhã seguinte, isto reduzirá probabilidade de alguém descobrir o ataque, e dará ao cracker um bom tempo para instalar backdoors e sniffers em suas máquinas sem se preocupar com a presença de administradores de sistema. Muitos crackers tem a maior parte de seu tempo livre nos fins de semana e muitos ataques são feitos nos longos sábados e domingos.
O cracker poderá invadir um host confiável externo, que poderá ser usado como ponto de referência para lançar um ataque a uma rede corporativa. Dependendo da proteção entre a rede corporativa externa e interna, esta técnica pode ou não funcionar.
Se o cracker invade um servidor de e-mail externo, pode ser que ele consiga acesso total a um segmento da rede interna, e então ele pode iniciar um trabalho para tentar entrar em uma camada mais profunda da rede.
Para invadir ou comprometer muitos componentes da rede, os crackers usarão programas para explorar remotamente versões vulneráveis de server daemons executando em hosts externos, tais daemons incluem versões vulneráveis do Sendmail, IMAP, POP3 e serviços RPC como statd, mountd e pcnfsd.
Muitos exploits remotos usados pelos crackers são lançados de hosts previamente comprometidos, pois em muitos casos estes exploits precisam ser compilados na mesma plataforma usada pelo host do qual eles querem usar o exploit. Por exemplo, um exploit para solaris deve ser, necessariamente ser compilado em uma máquina solaris.
Ao executar tal programa remotamente para exploitar um server daemon vulnerável rodando em algum host extreno da sua rede, o cracker usualmente obtém acesso root ao seu host, que pode ser abusado para obter acesso a outros hosts da rede corporativa.
Quando o acesso a componentes vulneráveis da rede é obtido
Depois de explorar um server daemon, o cracker uma operação de "limpeza", cuidando dos logs e dos binários que contém backdoors, para que a sua presença não seja notada depois.
Primeiramente o cracker iniciará a implementação de backdoors, para que ele possa mais tarde Ter acesso ao sistema. Muitas backdoors que os crackers usam já são pré-compiladas, e as técnicas que são adotadas para mudar a data e a permissão dos novos binários que contém backdoors, em alguns casos sempre tem o mesmo tamanho e o novo binário têm o mesmo tamanho do binário original. Os agressores têm consciência dos Logs de transferências por FTP, então eles podem usar o programa "rcp" para transferir seus backdoors para os hosts em questão.
É improvável que tal cracker invadindo uma rede corporativa iniciará seu ataque instalando "patches de vulnerabilidades" em seus hosts, geralmente ele instalará backdoors e trojans em binários considerados críticos como o "ps" e o "netstat" para ocultar quaisquer conexões que ele por ventura venha fazer em seu host.
São instalados backdoors nos seguintes "binários críticos" em máquinas solaris 2.x:
Código:
/usr/bin/login
/usr/sbin/ping
/usr/sbin/in.telnetd
/usr/sbin/in.rshd
/usr/sbin/in.rlogind
Alguns crackers também sabem colocar um arquivo .rhosts no diretório /usr/bin para permitir acesso remoto ao host via rsh e csh. (em modo interativo).
A próxima coisa que o cracker precisa fazer é checar o host por qualquer presença de sistemas de logging que possam ter logado suas conexões a este host, então ele procederá editando tais conexões e apagando sua presença e assim sucessivamente até conseguir eliminar totalmente sua presença do sistema. Se você tem uma máquina "muito visada" ou se você desconfia que uma máquina sua possa estar sendo utilizada indevidamente, seria bastante aconselhável direcionar os logs a uma impressora, isto tornaria extremamente difícil para o cracker eliminar sua presença do sistema.
Ao certificar-se que sua presença não está mais logada de forma alguma, o cracker procederá com a sua invasão a rede privada corporativa. Muitos crackers não irão se aborrecer explorando vulnerabilidades em outros hosts externos se eles já possuem acesso a sua rede interna.
Fazendo o Download de informações sigilosas
Se a meta do cracker é fazer o download de informações sigilosas ou sensíveis de servidores FTP ou webservers na rede interna da corporação, ele pode fazer isto de um host externo que esteja atuando como um "bridge" entre a Internet e a rede interna.
Porem, se a meta do cracker e fazer o download de informação sensível armazenada entre os hosts da rede interna, ele tentará obter acesso e eles pelo abuso da confiança que o host externo que ele está utilizando possui.
Crackeando outros hosts e redes confiáveis
Muitos crackers simplesmente repetirão os passos descritos nas seções 3.2, 3.3, 3.4 e 3.5 para testar e obter acesso aos hosts de uma rede corporativa interna, dependendo do que o cracker está tentando obter, trojans e backdoors talvez não sejam instalados nos hosts internos da sua rede.
Se o cracker desejar obter acesso total aos hosts da rede interna, ele instalará trojans e backdoors e remover os logs citados na seção 3.6. Eles poderão também instalar sniffers en seus hosts, isto será explicado na seção 4.3.
Se o cracker meramente quer fazer o download de dados de servidores "críticos" ele tentará diferentes tipos de aproximações para obter acesso aos seus hosts, Identificando e atacando então tais hosts que são confiáveis aos servidores também considerados "críticos".
Instalando Sniffers
Uma maneira extremamente efetiva dos crackers obterem rapidamente uma grande quantidade de usernames e passwords dos hosts da rede interna é usar programas especiais chamados de "Ethernet Sniffers". Os tais sniffers (farejadores) precisam operar na mesma ethernet usada pelo host do qual o cracker deseja obter acesso, ele não será efetivo se for executado em um host externo que esteja sendo usando como bridge por exemplo.
Para "farejar" o fluxo de dados em uma rede interna, o cracker precisa fazer uma invasão remota ao um host e obter acesso root, este host precisa ter também o mesmo número de Ethernet dos outros host internos. As técnicas mencionadas nas seções 3.2, 3.3, 3.4, 3.5 e 3.6 são adotadas aqui, já que o cracker precisa acessar e instalar backdoors no host para certificar-se que o sniffer possa ser instalado e usado efetivamente. Depois de invadir, instalar as backdoors e instalar trojans nos binários "ps" e "netstat", o cracker instalará o ethernet sniffer no host. Os sniffers usualmente são instalados nos diretórios /usr/bin ou /dev (no Solaris 2.x), eles são também modificados para que se pareçam com um binário do sistema qualquer.
Muitos ethernet sniffers executam em modo "background" e produzem um arquivo de log na máquina local, é importante lembrar que o cracker terá uma backdoor instalada no "ps", para que este processo não seja percebido pelo administrador.
Tais etherent sniffers funcionam mudando a interface de rede para o chamado "modo promíscuo", esta interface então "ouve" e manda os dados para o arquivo de log do sniffer quaisquer usernames, passwords ou outros dados que possam ser usados para obter acesso a outros hosts da rede.
Por estes programas estarem instalados em ethernets, literalmente quaisquer dados que trafegam na rede podem ser "farejados"; tanto o tráfego de dados que passa pelor este host como o tráfego que sai dele pode ser farejado.
O cracker usualmente retornará uma semana depois e fará o download do arquivo de logs que o sniffer produziu. No caso de uma rede corporativa ter uma brecha como esta, está mais do que claro que o sniffer funcionará muito bem, e dificilmente será detectado se uma boa política de segurança não for implementada.
Um excelente utilitário usado por administradores conscientes é o "TripWire" disponível no site do COAST (veja seção 5.2). O Tripwire faz uma espécie de MD5 (checkSum) em seu sistema de arquivo e notificará qualquer mudança feita neles.
Para detectar interfaces de redes promíscuas (um sinal comum de instalação de sniffers), a ferramanta "cpm" disponível no site da CERT é muito útil, veja o endereço http://www.cert.org/ft/tools/cpm/ para mais informações.
"Tomando" redes
Se o cracker pode comprometer servidores considerados críticos que estejam executando aplicações como bases de dados, operações de sistemas de rede ou outras "funções críticas", ele pode facilmente "tomar" a sua rede por um certo período de tempo.
Uma técnica cruel, mas não usual adotadas pelos cracker que tentam desabilitar as funções da rede, é a de deletar todos os arquivos dos servidores principais, usando o comando "rm -rf / &" neste servidor. Dependendo da política de backups do sistema, ele poderá ficar por horas inutilizável ou até meses.
Se o cracker obteve acesso a sua rede interna, ele poderá abusar das vulnerabilidades presentes em muitos roteadores como Cisco, Bay e Ascend. Em alguns casos ele pode resetá-los ou desligá-los até que o administrador tome providências e os reative. Isto pode causar grandes problemas com a funcionalidade da rede, já que o cracker montou uma lista dos roteadores vulneráveis que executam papéis fundamentais na rede (se eles forem usados em algum backbone corporativo, por exemplo). O cracker pode então facilmente desabilitar a rede da corporação por algum tempo. Por este motivo, é fundamental que os roteadores e servidores de "missão critica" sejam especialmente verificados, instalando patches e cuidando de sua segurança.
creditos:infor hacker
Publicada 10/09/2009 10:24:00 a.m. 0 comentários
Categoria Tutoriais
Jogar Left 4 Dead atravez do Hamachi
Aqui vou ensinar-vos como jogar Left 4 Dead no-steam atravez do Hamachi, podendo assim jogar com amigos.
Software necessário:
Left 4 Dead (sem nenhum patch, versão 1.0)
Hamachi (versão 1 e não o novo que anda por ai)
_________________________
Donwloads:
Hamachi ( versão 1.0.3.0)
_________________________
Para todos:
1.)Desligar Firewall's, ou então certificar ao máximo que não interferem.
2.)Para os que tem Windows xp:
Todos os Programas > Assessórios > Comunicações > Network Connections
Ir a menu > Advanced > Advanced Settings
Para os que têm windows Vista
Iniciar > Rede > Centro de rede e partilha > Gerir ligações de rede (no lado esquerdo) > Cliquem Alt, e em cima deve aparecer mais menus > Avançadas > Definições Avançadas
E certifiquem-se todos que a ligação do Hamachi fique em 1º:
Agora no atalho do Left 4 Dead (se não têm criem), vamos as propriadades e em destino ao fim, acrescentamos um espaço e "-console".
Deverá ficar mais ou menos assim:
_________________________
Apenas 1:
Agora alguém abre o Hamachi, faz Log In, no botãozinho no canto inferior esquerdo.
(se não conseguir, desligue todas as ligações a internet e volte a ligar e tente outra vez)
Depois de estar on, vamos criar uma rede. Iremos clicar no 2º botão cá em baixo(que é um triângulo com bolas nas pontas), e vamos clicar em "Create a new network .."
Escolhem o nome da Rede tipo (Left 4 Dead Players, ou algum nome que nao tenha sido já escolhido) e escolhem uma pass word.
_________________________
O resto:
Agora o resto vai clicar no botão com o tringulo e vai clicar em "Join an existing network .."
Põem o Nome que escolheram no passo acima e a palavra pass.
_________________________
O Host ( aquele que cria o servidor)
Antes demais, o pobre coitado que vai fazer de host vai ter um trabalho dos diabos.
Primeiro ir ao hamachi e certificar, foi dizer isto de uma forma simples.
Faz de conta que você tem o ip 5.44.124.210 (pode ver o ip abrindo o hamachi, é logo o grande numero cá em cima), o resto dos seus amigos terão o inicio do ip 5.44 o resto pode ser um qualquer, pode ser até 5.44.160.120, desde que os "os 2 primeiros numero separados por um ponto" sejam iguais.
Agora se não forem?
Va ao hamachi, no ultimo botão em baixo, ir a preferences>window> e em appearance marcar a opção "Show "advanced..." peer menu item.
De ok e agora clique com o lado direito do rato nos amigos em que os 2 primeiros octetos (os 2 primeiros numeros separados por 1 ponto) nao sejam iguais, e clique em advanced e agora em Peer vpn alias vamos por os 2 primeiros octetos iguais e o resto diferente.
Faz de conta que voce tem o ip 5.44.124.210 e o seu amigo tem o ip 5.55.215.120 no "Peer VPN alias" vamos por 5.44.215.120. Se não resultar, em vez de por os seus 2 primeiros numeros ponha os do seu amigo. Outro exemplo, voce tem o IP 5.215.213.22 e o seu amigo 5.216.22.108, no "Peer VPN alias" do sua amigo vai por 5.216.213.22 . Os 2 primeiros numeros do seu amigo, o resto, do seu ip.
Abre o jogo atravez do atalho e depois vai aparecer a console:
Eventualmente com palavras escritas em branco na caixa...
Agora o seguinte terá de fazer todas as vezes que quiser ser o servidor.
Agora nessa caixa vamos escrever "IP xxx.xxx.xxx.xxx" substituía os x pelo ip do seu hamachi.
Escreva "SV_LAN 1" e de enter (se não der, tente "SV_LAN 0")
Escreva "NET_START" e de enter
Escreva "map O_NOME_DO_MAPA"
Pode ser "map l4d_hospital01_apartment"
Depois de ja estar a jogar, clique Esc e escreva "SV_ALLOW_LOBBY_CONNECT_ONLY 0"
_____________________
Para os cliente (aqueles que vão entrar no jogo)
Basta entrarem no jogo e na console escrever "connect IP_DO_HOST"
Substitua o IP_DO_HOST pelo ip do host xD. O ip que aparece no hamachi logo em cima, de quem criou o servidor.
FINISH
Se não perceberem alguma coisa comente ou envie-nos um e-mail atravez do e-mail teckboard@gmail.com ou por aqui
Tentaremos responder o mais rápido possível!!
Publicada 10/06/2009 08:35:00 p.m. 5 comentários
IDS – Sistema de detecção de intrusões
ertamente todos já ouviram falar em IDS… Mas afinal o que é isto e para que serve?
O que é um IDS?
Um IDS (Intrusion Detection Systems) é conjunto de componentes, de software ou de hardware, que tem a função de detectar, identificar e responder a actividades não autorizadas ou anormais num sistema alvo, isto é, detectar e contrariar intrusões.
Uma intrusão é qualquer conjunto de acções com o intuito de comprometer a integridade, a confidencialidade ou a disponibilidade de um recurso.
Como funciona um IDS?
Um IDS é genericamente constituído por vários componentes: Os Sensores que geram os eventos de segurança; A Consola que controla os sensores, monitoriza os eventos e alertas; O Motor que utiliza as regras de segurança para gerar os alertas a partir dos eventos de segurança. Este também regista os eventos, por exemplo numa base de dados.
Um IDS pode ser classificado segundo várias características operacionais. Na tabela 1 estão indicadas algumas das características mais relevantes.
| Característica operacional | Classificação |
| Método de detecção | Baseada em conhecimento |
| Baseada em comportamento | |
| Recolha dos eventos (local) | Máquinas |
| Redes | |
| Híbridos | |
| Reactividade | Activos |
| Passivos |
Tabela 1 – Classificação de IDS segundo características operacionais.
O método de detecção baseada em conhecimento analisa a actividade do sistema em busca de padrões de ataque ou instrução conhecidos. Este tipo de detecção é muito eficiente porque a taxa de falsos positivos é baixa. Contudo, a principal desvantagem é o facto de apenas detectar problemas conhecidos.
O método baseado em comportamento detecta desvios à normalidade no comportamento ao sistema computacional. Este tipo de detecção tem como principal vantagem a possibilidade de detectar novas formas de ataques e instruções. Por sua vez, este método tem dois grande problemas: a definição do que é comportamento normal do sistema em análise e a geração de muitos falsos positivos se mal configurado.
A recolha de eventos em máquinas (Host IDS – HIDS) serve para monitorizar o estado de diversos componentes de cada máquina: hardware, sistema operativo ou sistema de ficheiros, etc. Os HIDS têm como principal vantagem o facto de estarem mais próximos dos recursos onde são feitos os ataques e intrusões, sendo assim possível recolher indícios dos mesmos. Contudo, os HIDS têm como desvantagem o facto de não terem uma visão geral de todo o sistema de máquinas, estes apenas têm a visão do que está a acontecer na máquina que está a analisar. Existe também um pequena degradação do desempenho da máquina em análise.
A recolha de eventos em redes (Network IDS – NIDS) serve para monitorizar as interacções entre máquinas. Tipicamente, os sensores deste tipo de IDS capturam os pacotes em passam na rede. Uma vantagem deste tipo de IDS é o facto de, com um pequeno conjunto de sensores, poderem analisar um vasto conjunto de máquinas. Estes IDS podem operar em máquinas dedicadas. Contudo, estes IDS não poderão analisar informação cifrada que passa na rede. Outra desvantagem é o facto de este tipo de IDS não poder garantir que ocorreu um ataque ou intrusão, apenas pode indicar que existe actividades suspeitas.
Existem ainda IDSs que actuam tanto como HIDS e NIDS e este designam-se por híbridos.
Um IDS Activo consegue reagir de forma automática a ataques ou intrusões (defesa ou contra-ataque). As medidas de defesa são tipicamente de isolamento do recurso atacado, activando por exemplo uma firewall. Em relação às medidas de contra-ataque, o IDS poderá tentar atacar a máquina que realizou o ataque, tentado saber quais os serviços que estão a executar na mesma e explorar uma falha de segurança.
Em ambos os casos, defesa ou contra-ataque, é necessário ter em conta vários factores, pois as consequências de uma defesa ou contra-ataque poderão ser mais desastrosas que o próprio ataque.
Um IDS passivo apenas reage com alertas, fornecendo relatórios com o máximo de informação possível. A geração deste relatórios permite aos administradores de sistemas analisarem o que está a acontecer e conseguirem reagir ao ataque ou intrusão.
Limitações dos IDS
Como todo o software, os IDSs também têm limitações. Aqui ficam algumas:
- A adaptação a sistemas diversificados tem de ser feita obrigatoriamente para reduzir a um nível aceitável a taxa de falsos positivos, para que os administradores de sistemas não percam a confiança no IDS.
- A escalabilidade dos HIDS é complexa porque cada máquina tem o seu próprio sistema e a aplicação do mesmo IDS é complicada. Os NIDS também não escalam facilmente em redes de alto débito.
- Existem todos os dias novos ataques. Isso faz com que a base de conhecimento dos IDS esteja constantemente em actualização. Assim, poderão existir ataques sem que sejam detectados pelos IDS.
- Alguns softwares com bugs poderão gerar pacotes corrompidos e isso pode fazer com que o IDS possa gerar falsos positivos.
Exemplos de IDS
Existem vários tipos de IDS. Aqui ficam alguns exemplos de IDS open-source.
OSSEC é um HIDS que permite a detecção de rootkits, alertas e repostas pró-activas e análise de logs .
Tripwire é um HIDS que permite detectar alterações de ficheiros em sistema Linux.
Snort é um NIDS que permite realizar a analisar em tempo real o tráfego em redes IP e criar logs.
BY pplware
Publicada 9/10/2009 05:36:00 p.m. 0 comentários
Como ligar 2 computadores ou mais por wireless
Aqui vou-vos ensinar como ligar vários computadores por wireless. Este tutorial é simples, e para ser feito precisa de pelo menos um PC com Windows Vista. Estas redes são muito úteis, são chamadas ad-hoc, e com elas podem jogar jogos em Lan como Counter Strike, Halo, Swat etc... Tal como partilhar ligação á internet. Faz de conta que tem banda larga, e quer ligar por exemplo 3 computadores á internet pela banda larga, este tutorial vai resolver o seu problema.
Antes de tudo pegue num computador com Windows Vista, ligue o Wireless e vá a Iniciar > Ligar a
Vá a "Configurar uma ligação ou rede"
Seleccione "Configurar uma rede ad-hoc sem fios"
Seguinte..
E aqui atribui o nome á rede, o tipo de segurança, e a pass-word
Seguinte e já esta
Agora basta outro computador qualquer ter wireless e ligar-se a rede e poder fazer as chamadas Lans Partys como a imagem abaixo mostra
Publicada 8/30/2009 10:42:00 p.m. 0 comentários
Categoria Tutoriais
Jogar left 4 dead em lan
Aqui vou apresentar-vos um tutorail de como jogar left 4 dead em lan, isto é, ligar 2 computadores ou mais a uma rede e jogarem. Como o jogo não tem essa opção vamos ter de dar uns passos não muito difíceis. Este tutorial foi testado na versão 1.0 do left 4 dead. Clique em Ler mais para ver o tutorial
Antes de tudo seguir os seguintes passos em todos os computadores que farão parte da lan:
Para criar servidor
Para entrar no servidor
Se mesmo assim não der certifique-se que nenhuma firewall está a bloquear nada.
Publicada 8/29/2009 03:57:00 p.m. 2 comentários
Indentificar erros no computador pelos sons da BIOS
Quando o Windows está rodando, é fácil identificar erros. Mas o que fazer quando o PC não chega nem a iniciar? Para casos como este, há mensagens sonoras, um conjunto de bips curtos e longos que possibilitam o diagnóstico de um problema mesmo se a placa de vídeo não funcionar.
Estes sons são gerados pelo BIOS, um programa interno da placa-mãe que faz a verificação do hardware sempre que a máquina é ligada. Se algo estiver errado, você fica sabendo na hora. Uma vez que há mais de um fabricante de BIOS, as mensagens podem ser diferentes de um computador para outro. Aqui você confere as mensagens sonoras mais comuns dos BIOS da Award e da AMI, os mais usados no Brasil....
Clique Ler mais...
BIOS Award
Problema: a máquina não inicia e você ouve um bip longo após ligar o hardware
Diagnóstico: o erro indica que há um problema de memória RAM.
Recomendação: abra o computador, remova as memórias e passe um pincel macio para eliminar a poeira dos soquetes. Recoloque os pentes e verifique se o problema foi solucionado. Caso o erro persista, troque os pentes de memória RAM.
Problema: a máquina não inicia e você ouve um bip longo seguido por dois bips curtos
Diagnóstico: problema com a placa de vídeo
Recomendação: abra o computador, tire a placa e passe um pincel macio para remover a poeira do slot. Recoloque-a e verifique se o problema foi solucionado. Caso o erro persista, substitua a placa de vídeo.
Problema: a máquina não inicia e você ouve um bip longo seguido por três bips curtos
Diagnóstico: problema com a placa de vídeo
Recomendação: a mesma do caso anterior.
Problema: a máquina trava na iniciação e você ouve bips contínuos altos e baixos
Diagnóstico: problema com o processador
Recomendação: entre no BIOS e verifique se o processador está configurado correctamente. Se o problema persistir, substitua o processador.
Problema: a máquina funciona normalmente, mas você ouve bips baixos contínuos
Diagnóstico: problema de aquecimento do processador
Recomendação: abra o computador e verifique se o cooler está girando correctamente. Se necessário, substitua o componente. Aproveite também para adicionar um pouco de pasta térmica entre o processador e o dissipador de calor. Essas pastas são facilmente encontradas em lojas especializadas em informática
BIOS AMI
Problema: a máquina não inicia e você ouve um bip curto, três bips curtos ou um bip longo e três curtos.
Diagnóstico: problema de memória
Recomendação: abra o computador, remova as memórias e passe um pincel macio para remover a poeira dos soquetes. Recoloque os pentes e verifique se o problema foi solucionado. Caso o erro persista, troque os pentes de memória RAM. Apenas como referência, um bip significa erro de refresh, três bips significam erro na memória RAM abaixo de 64 KB e um bit longo e três curtos significa erro na memória RAM acima de 64 KB.
Problema: o computador não inicia e você ouve dois bips curtos
Diagnóstico: erro de paridade de memória
Recomendação: você provavelmente tem dois ou mais pentes de memória incompatíveis. Abra o computador, remova todos os pentes e teste-os, um a um, até encontrar o pente incompatível.
Problema: o PC não inicia e você ouve cinco bips curtos
Diagnóstico: erro no processador
Recomendação: entre no BIOS e verifique se o processador está configurado correctamente. Se o problema persistir, substitua o chip.
Problema: a máquina não inicia e você ouve 11 bips curtos
Diagnóstico: falha na memória cache L2
Recomendação: substitua a placa-mãe.
Problema: a máquina não inicia e você ouve um bip longo seguido de dois bips curtos
Diagnóstico: problema com a placa de vídeo
Recomendação: abra o computador, tire a placa de vídeo e passe um pincel macio para remover a poeira do slot. Recoloque a placa de vídeo e verifique se o problema foi solucionado. Caso o erro persista, substitua a placa
Publicada 8/28/2009 11:24:00 a.m. 0 comentários
Categoria Computadores, Dicas, Tutoriais




